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 Segundo anotações de Luiza Magalli Pinto HENRIQUES, para identificar aves, os guias são essenciais. Apesar da ornitologia brasileira não possuir um bom livro de identificação de campo, o trabalho de Helmut SICK, ORNITOLOGIA BRASILEIRA (1985), revisado e ampliado por Fernando PACHECO (1996), organiza e apresenta informações acuradas sobre a identificação, biologia e distribuição das aves brasileiras, que são úteis tanto para o profissional como para o observador amador de aves.
Na ausência de guias nacionais com boas pranchas das aves, pode-se usar os guias de campo estrangeiros. Entre os melhores estão o “A Guide to the birds of Colombia” de autoria de HILTY e BROWN (1986), para aves terrestres, e “Shorebirds” de autoria de HAYMAN e MARCHANT para aves limícolas.
As anotações de campo são fundamentais para um bom observador de aves. Um bloco de notas é o melhor modo de treinar a visão, para melhor observar as principais características de cada espécies e fazer esboços da plumagem, padrões de vôos e hábitos. Um desenho, usando lápis de cor, pode descrever melhor a ave.
O binóculo é o acessório indispensável ao observador de aves. Um bom binóculo não significa que ele tenha que ser muito potente. Para observar aves, os binóculos devem ser leves e permitir uma razoável ampliação do campo de visão.
Outro equipamento de muita utilidade é um gravador com microfone direcional. Após a gravação do canto de uma ave, o observador pode fazer um “playback”, para atrair a ave, facilitando a observação de suas características.
FONTE LOBATO, Crisomar & LISBOA, Roberto Eduardo. Plano de Desenvolvimento Ecoturístico da Área de Proteção Ambiental de Algodoal/Maiandeua. SECTAM 1999.
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