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Bagunça em Algodoal preocupa superintendente do Salgado
| Bagunça em Algodoal preocupa superintendente do Salgado |
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| O Liberal | ||||||
| 08-Jul-2009 | ||||||
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Denúncias - Visitantes reclamam do tráfico, da poluição e do barulho das festas. O superintendente da Polícia Civil na região do Salgado, delegado Daniel Castro, disse ontem que vai apurar denuncias feitas por pessoas que foram passar o último final de semana na ilha de Algodoal, em Maracanã, de cometimento de diversos crimes naquele paraíso do litoral paraense. Eles vão desde poluição sonora, que perdura por toda a madrugada até o amanhecer, o que deixa muita gente sem poder dormir direito, até o tráfico de drogas como cocaína, maconha e ecstasy Os crimes ambientais também são constantes, como a queima de lixo na praia e a ocupação das dunas por casas de gosto duvidoso, que podem ser vistas de longe, mais precisamente de Marudá, do outro lado do rio. Daniel Castro reconheceu que enfrenta problemas para pôr em pratica essa incursão policial. Mas ele assegura que, mesmo assim, já está com sua equipe investigando as denúncias, e prometeu agir com firmeza para pôr fim a pelo menos algumas dessas ilicitudes. Segundo denúncias, um comerciante estaria monopolizando a noite de algodoal com apresentações de grupos de rock, cujas aparelhagens continuam ligadas até o dia raiar. Muita gente não consegue dormir. Ainda de acordo com as reclamações que chegaram ao delegado, dois traficantes comandam a venda de entorpecentes em festas realizadas pelo mesmo comerciante. Conforme a denúncia, o mesmo acontece noutro ponto de festa da ilha, que fica próxima à invasão do Camambá. A droga viria de Marituba e o tráfico se concentra na casa de um dos traficantes. Outro crime ambiental já vem sendo cometido há bastante tempo naquela ilha. Cabe à Prefeitura de Maracanã a responsabilidade pela coleta de mais de 15 toeladas de lixo produzida pelas cercas de 25 mil pessoas que vão para Algodoal no veraneio. O lixo é jogado em buracos cavados na praia da vila e depois queimado e enterrado. Já existe ação tramitando na Justiça contra todos esses crimes ambientais.
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