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No último dia 24 de julho, a Tribo de Jah fez um show polêmico na ilha. Na ocasião, o Diretor da ONG Suatá, Marcelo Costa, foi acusado por empresários de trabalhar contra o desenvolvimento da ilha por cobrar o cumprimento da lei para a realização do evento.
Marcelo rebateu as acusações, afirmando que não era contra o show, mas sim, contra a forma como estava sendo realizado, sem licença, ao arrepio da lei. "Ninguém está acima da lei e, portanto, os organizadores deveriam ter pedido permissão à SEMA e à GRPU", argumentou o ambientalista.
Durante o show, a energia elétrica falhou diversas vezes, até faltar de vez. A Tribo só tocou sete músicas com o som falhando a todo momento. Ainda assim, o pequeno público que assistiu o show teve que pagar R$ 25,00 pelo ingresso. É que, apesar de ter sido realizado na praia, a organização do evento fechou o local com tapumes, o que é proibido, por se tratar de um local público, de uso comum do povo.
A AETA (Associação de Empreendedores de Turismo de Algodoal), responsável pela realização do evento, foi notificada pela SEMA por realizá-lo sem licença. O Ministério Público Federal também vai apurar as responsabilidades.
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